As Autoras

Kami Garcia

 

Kami Garcia vive em Los Angeles com o seu marido, o filho e a filha, mas passou a sua infância nos subúrbios de Washington DC (mas assegura que sempre teve um pé no sul). Estudou na Universidade George Washington onde se licenciou em Educação. É professora e organiza grupos de leitura para crianças e jovens. Começou a escrever em diários quando era pequena e confessa ser muito supersticiosa e anda sempre com amuletos.

 

Kami Garcia fala um pouco sobre si:

Cresci nos arredores a Norte de Washington DC, mas sempre senti que tinha um pé no Sul. Pela altura dos meus treze anos, a minha família mudou-se para a casa da minha avó e bisavó, tínhamos então quatro gerações de mulheres a viver sobre o mesmo tecto – duas das quais criadas e crescidas na Carolina do Norte. Cresci a beber chá doce, a comer vegetais cozinhados num pouco de gordura de bacon, e biscoitos feitos de “sobras”. Quer dizer, será que só eu é que tive uma bisavó que sabia despenar uma galinha, fazer croché, e fazer vestidos sem usar um modelo?

Eu não era propriamente como elas. Vestia-me muito de preto, usava muitos anéis e passava muitas horas a escrever nos meus cadernos (talvez seja diário). Pela altura de ter terminado o secundário (liceu), devo ter escrito pelo menos uns 100, e também arranjei alguns encontros aos meus amigos com os meus poemas. E foi assim o princípio da escrita para mim.

 

Tenho um Mestrado em Educação, e dei aulas na zona de DC até que me mudei para Los Angeles há dez anos atrás. Para além da escrita de Ficção para “Jovens Adultos”, sou “Especialista de Leitura” e continuo a ensinar e a coordenar grupos de leitura para crianças e adolescentes em part-time. Tenho aprendido mais dos meus alunos do que em todos os meus anos de escola.

 

Ainda vivo em Los Angeles, com o meu marido filho e filha. Sou muito supersticiosa e tenho muitos talismãs. Adoro filmes sobre desastres e sobreviria facilmente apenas de pizza e Coca-Cola.

 

Margaret Stohl

 

Margaret Stohl vive em Santa Mónica (Califórnia) com a sua família. Estudou Literatura norte-americana em Amherst e Yale, Filologia Inglêsa na Universidade de Stanford e escrita criativa na Universidade de East Anglia, em Norwich. Já trabalhou como designer e argumentista de jogos de vídeo (por isso deu aos seus dois cães os nomes de Zelda e Kirby).

 

Margaret Stohl fala um pouco sobre si:

Desde os meus 15 anos, a minha escrita tem-me metido tanto em sarilhos como tirado deles (nessa altura, era quase principalmente só sarilhos.) Já escrevi de tudo, desde Jogos de vídeo aos manuais para Jogos de vídeo, screenplays de acção e até poesia quando estive nos Estados Unidos e no Reino Unido. Durante 10 anos trabalhei em design e argumento de muitos jogos de vídeo, um dos quais foi inclusive nomeado na categoria de “Melhor Design Inovador”, mas perdi para uma “cebola que canta hip-hop”. Se percebem de jogos vão compreender porque dei os nomes de Zelda e Kirby aos meus dois cães.

Escola; passei mais anos na escola do que é normal para qualquer pessoa, porque, vamos ser realistas: ler livros é bem melhor do que ter um trabalho. Apaixonei-me pela literatura Americana em Amherst e Yale, tive um MA em Inglês de Stanford, e estudei poesia sob a alçada do grande poeta Gearge Macbeth na Universidade de East Anglia, Norwich. Ensinei “Introdução ao Cinema” como Assistente de Ensino em Yale, e “Poesia Romântica” também como Assistente de Ensino em Stanford. Não contem ao pessoal de Yale, mas às vezes, eu já tinha dado a aula ainda antes de saber do que se tratava o filme…

 

Vivi em Santa Mónica, Califórnia, com a minha família, a qual escravizei para que me ajudassem no meu novo trabalho como escritora de ficção para “Jovens Adultos” de um livro para a Little, Brown. Não estou a brincar quando digo “escravizar”; quando a minha filha me pediu para ir para a escola eu disse “Porque és tão egoísta? Volta lá para dentro e edita,” e ao dizer “disse”, quis dizer: gritei, e talvez até lhe tenha atirado algumas coisas… Tenho uma parceira de escrita, a Kami, ela é a razão pela qual consigo fazer sempre alguma coisa. (bem, ela e a minha filha escrava)

 
E assim escrevemos um livro este ano (2009), que vai sair em breve em muitos países nos próximos meses. E espero sinceramente que desta vez não apareça por aí outro livro sobre uma “cebola que canta hip-hop” ao mesmo tempo que o meu.


 

Tanto para Kami como para Margaret, ‘Criaturas Maravilhosas’ é o seu primeiro romance e foram eleitas pela Borders (cadeia de livros americana) como as vozes mais originais em Janeiro de 2010 na secção de literatura fantástica.

 

Na internet são conhecidas como ‘caster girls’.

publicado por Lena às 19:34 | link do post